Departamento de Pós-Graduação curso de especializaçÃo em




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Ministério da Educação

Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná

Unidade de Ponta Grossa

Departamento de Pós-Graduação





CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM

GESTÃO INDUSTRIAL: CONHECIMENTO E INOVAÇÃO




I TITULO


I CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO INDUSTRIAL:

CONHECIMENTO E INOVAÇÃO





PÚBLICO ALVO


Profissionais portadores de diploma ou certificado de conclusão do curso de graduação, gestores de pessoas e de processos industriais que busquem uma visão mais ampla sobre as modernas técnicas de gestão industrial.


DURAÇÃO E TURNO DE FUNCIONAMENTO

O curso terá uma duração de 360 horas, compreendidas em oito meses letivos e mais dois meses para elaboração da monografia.

As aulas serão ministradas às sextas-feiras, no turno da noite e aos sábados nos turnos manhã e tarde.

NÚMERO DE VAGAS


O curso contará com 33 vagas, sendo:

CONDIÇÕES DE INSCRIÇÃO E CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

Poderão inscrever-se portadores de diploma de curso de graduação. No momento da inscrição, os candidatos deverão entregar os seguintes documentos no Departamento de Pós-Graduação.

    1. Ficha de inscrição preenchida;

2. Comprovante do pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 30,00;

    1. Cópia do diploma de curso de graduação;

    1. Cópia do histórico escolar do(s) curso(s) de nível superior;

    2. Curriculum vitae modelo Lattes documentado;

    3. Cópia da carteira de identidade.

OBS: As cópias deverão ser autenticadas ou acompanhadas dos originais para autenticação no local.


VALOR DO INVESTIMENTO: 1 ENTRADA DE R$ 350,00 + 11 R$ 350,00


CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

A seleção dos candidatos será através de classificação, de conformidade com o Edital de Abertura do Curso, por uma Comissão designada pelo Gerente de Ensino e Pesquisa, constituída pelo Coordenador do Curso e de pelo menos mais dois professores da área respectiva do Curso a ser ministrado.


Na classificação dos candidatos serão considerados:

  1. Curriculum vitae modelo lattes.

  2. Histórico escolar do curso de graduação.

No desempate será favorecido o candidato com o maior tempo de experiência profissional.


DATAS

Período de inscrição: 10/02/2005 a 04/03/2005

Divulgação dos resultados: 07/03/2005

Matrícula: 08/03/2005 a 11/03/2005

Início do Curso: 18/03/2005


EMENTA DAS DISCIPLINAS

  • TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Responsável: Professor Dr. Luciano Scandelari

Carga Horária: 45 horas

Ementa:

Arquiteturas de hardware. Tecnologia de comunicação. Redes de computadores. Sistemas operacionais. Bancos de Dados. Sistemas distribuídos. Modelagem e desenvolvimento de sistemas computacionais. Projeto de banco de dados. Interação ser humano-computador. Engenharia de software. Engenharia da informação. Inteligência artificial. Engenharia do conhecimento.

Bibliografia:

KIMBALL, R. Data Warehouse Toolkit: técnicas para construção de data warehouses dimensionais. São Paulo: Makron Books, 1998.

KORTH, H. F.; SILBERSCHATZ, A. Sistemas de Bancos de Dados, 2. ed., São Paulo: Makron Books,1993.

MEYER, D.; CANNON, C. Building a Better Data Warehouse. NJ, Prentice Hall PTR.

POE, V.; REEVES, L. L. Building a Data Warehouse for Decision Support. NJ, Prentice Hall PTR. ISBN 0-13-371121-8,1996.

SAUTER, V. L. Decision Support Systems: an applied managerial approach. New York, John Wiley & Sons, 1997.

SPRAGUE Jr., R. H.; WATSON, H. J. orgs. Sistema de Apoio à Decisão: colocando a teoria em prática. São Paulo:Campus,1991.



  • TÉCNICAS DE GESTÃO INDUSTRIAL

Responsável: Professor Doutor João Luiz Kovaleski

Carga Horária: 45 horas

Ementa:

O processo de gestão. Avaliação das capacidades de planejamento, delegação, controle, gestão por objetivos, aconselhamento e “coaching”, recrutamento, formação de equipes, negociação, solução de problemas, profissionalismo, gestão da mudança e liderança. Estudos de caso e análises das técnicas de alianças estratégicas, análise SWOT, “benchmarking”, gestão de marcas, ciclo de vida de produto, “core competence”, cultura organizacional, “downsizing”, ética negocial, “empowerment”, “just-in-time”, “lean prodution”, “learning organization”, “marketing-mix”, motivação, “outplacement”, “outsourcing”, pensamento estratégico, planejamento por cenários, reengenharia, gestão do risco, vantagem competitiva.

Bibliografia:

COVEY, S. The Seven Habits of Highy Effective People. Simon & Schuster, 1994.

FREIRE, A. Estratégia – Sucesso em Portugal. Editorial Verbo, 1997.

GARRAT, B. The Learnig Organization; Harper Collins Publishing, 1994.

HAMEL, G.; PRAHALAD, C. K. Competing for the Future. Harvard: HBS Press, 1994.

HAMMER, M.; CHAMPY, J. Reengineering the Corporation. Harper Collins Publishing,1993.

HINDLE, T.; LAWRENCE, M. Field Guide to Strategy. Harvard: HBS Press,1994.

HOFSTEDE, G. Culturas e organizações – Compreender a Nossa Programação Mental. Edições Sílabo, 1997.

JAPAN MANAGEMENT ASSOCIATION (1989). Kanban Just-in-Time at Toyota. Productivity Press.

KANTEK, P. Downsizing de Sistemas de Informação. Rio de Janeiro: Campus, 1994.

KOTLER, P. Principles of Marketing. Prentice-Hall Publishing, 1983.

KOTTER, J.; HESKETT, J. Corporate Culture and performance. The Free Press,1992.

PORTER, M. A vantagem competitiva das nações. Rio de Janeiro: Campus,1993.

RACKHAM, N.; FRIEDMAN, L.; RUFF, R. Getting Partnering Right. McGraw-Hill,1996.

SADGROVE, K.The Complete Guide to Business Risk Management. Gower Publishing,1995.

SEMLER, R. Maverick. Arrow Publishing, 1993.

TOMASKO, R. Rethinking the corporation. Amacon, 1993.



  • GESTÃO DA INOVAÇÃO

Responsável: Professor Dr. Dálcio Roberto dos Reis

Carga Horária: 45 horas

Ementa:

Inovação tecnológica: abordagem conceitual. Modalidades de acesso às tecnologias. Tecnologia e crescimento econômico. Inovação e tecnologia: integração vertical. Eixos da gestão da tecnologia. A dimensão industrial e a inovação. Implicações da inovação na estrutura da empresa. Inovação como estratégia de competitividade na empresa. Articulação entre estratégia tecnológica e estratégia empresarial. O valor da inovação na mutabilidade dos mercados. Diminuindo os riscos da inovação. Acumulação de competências tecnológicas.

Bibliografia:

CARNEIRO, A.Inovação estratégia e competitividade. Lisboa: Texto Editora Ltda, 1995.

COUTINHO, L.; SUZIGAN, W. (orgs.) Desenvolvimento Tecnológico da Indústria e a Constituição de um Sistema Nacional de Inovação no Brasil. Campinas: Universidade de Campinas, 1990.

COZZENS, H. P.; RIP, A.; ZIMAN, J. (eds.) The Research System in Transition. NATO ASI Series, Dordrecht, Netherlands: Kluwer Academic Publishers,1990.

DAVENPORT, T. H. Process innovation: Reengineering work through information technology. Boston: Harvard Business School Press,1993.

DOSI et al. DOSI, G; FREEMAN, C.; NELSON, R.; SILVERBERG, G.; & SOETE, L. (eds.) Technical Change and Economic Theory. London: Pinter Publishers, 1988.

DRUCKER, P. F.Tecnologia, Gerência e Sociedade. Rio de Janeiro: Vozes, 1971.

FREEMAN, C. The Economics of Industrial Innovation. London: Pinter Publisher,1982.

GIBBONS, M.; LIMOGES, C.; NOWOTNY, H.; SCHWARTZMAN, S.; SCOTT, P.; TROW, M. The New Production of Knowledge: The Dynamics of Science and Research in Contemporary Societies. London: Sage Publications, 1994.

KLINE, S. J.; ROSENBERG, N. “An Overview of Innovation”. In LANDAU, R.; LARANJA, M.; SIMÕES, V. C.; FONTES, M. Inovação Tecnológica - Experiências das Empresas Portuguesas. Lisboa: Texto Editora, 1997.

NELSON, R.; WINTER, S. An Evolutionary Theory of Economic Change. Cambridge, Massachusetts: Harvard University Press, 1982.

NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação de conhecimento na empresa. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

PORTER, M. (A vantagem competitiva das nações. Rio de Janeiro: Campus, 1993.

RIBAULT, J-M.; MARTINET, B.; LEBIDOIS, D. A Gestão das Tecnologias. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1995.

ROSENBERG, N. (eds.) The Positive Sum Strategy, New York: National Academy Press, 1986.

ROTHWELL, R.; ZEGVELD, W. Innovation and the small and medium sized firm. London: Pinter Publisher, 1982.

VASCONCELLOS, E. (coord.).Gerenciamento da Tecnologia: um Instrumento para a competitividade empresarial. São Paulo: Edgard Blücher, 1992.



  • GESTÃO DO CONHECIMENTO

Responsável: Professor Dr. Hélio Gomes de Carvalho

Carga horária: 45 horas

Ementa:

A Sociedade da Informação e do Conhecimento. Diferenciando o dado, a informação, o conhecimento e a inteligência. Organizações do Conhecimento. Fundamentos e objetivos de processos de Gestão do Conhecimento (GC). Dimensões da GC. Gestão do Conhecimento (SGC). Ferramentas. Concepção e implantação de um SGC.

Bibliografia:

ASHTON, W. B.; KLAVANS, R. A. (eds) Keeping Abreast of Science and Technology: Technical Intelligence for Business. Columbus, Ohio: Batelle Press, 1997.

CAMPOS, I. M.; LUCENA, C. J.; MEIRA, S.L. Ciência e tecnologia para a construção da sociedade da informação no Brasil. Documento da Web, URL: www.ccct.gov.br/ gtsocinfo/atividades/docs/versão3/indice.htm, 1997.

CASTRO, D. M. de “Gestão do Conhecimento”. Revista CQ Qualidade, julho 96, p. 60-66, 1996.

DAVENPORT, T. H. “From Data to Knowledge”. CIO Magazine, abril 1999. Documento da Web: www.cio.com/archive, 1999.

DAVENPORT, T.; PRUSAK, L. Working Knowledge: how organizations manage what they know. Boston : Harvard Business School Press, 1998.

DRUCKER, P. Sociedade Pós-Capitalista. São Paulo: Pioneira, 1993.

EDVINSSON, L.; MALONE, M. S. Capital Intelectual, São Paulo: Makron Books, 1998.

ETZKOWITZ, H.; WEBSTER, A.; HEALEY, P. (eds) Capitalizing Knowledge: New Intersections of Industry and Academia. Albany, USA : State of New York Press, 1998.

GARCÍA-TORRES, A. Información y Conocimiento”. Material de apoio do Seminário de Inteligência Competitiva, IBICT/SEBRAE, Rio de Janeiro, agosto 1997.

LEONARD-BARTON, D. Nascentes do Saber: criando e sustentando as fontes de inovação. Rio de Janeiro:Fundação Getúlio Vargas, 1998.

MALHOTRA, Y. Information, Knowledge & Wisdow: whose concerns? Documento da Web. URL: www.brint.com/wwwboard/messages/1851.html, abril 1998.

MASUDA, Y. A sociedade da Informação como sociedade pós-industrial. Rio de Janeiro: Rio, 1982.

NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação de Conhecimento na Empresa. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

OLIVEIRA, D. P. R. de Planejamento Estratégico - conceito, metodologia e práticas. São Paulo: Atlas, 1993.

REICH, R. B. O trabalho das nações: preparando-nos para o capitalismo do século 21. São Paulo: Educator, 1994.

SCIP. SOCIETY OF COMPETITIVE INTELLIGENCE PROFESSIONALS - Home Page, URL: www.scip.org.

SKYRME, D. J.; AMIDON, D. M.Creating the Knowledge-Based Business, Business Intelligence, London, 1997.

STEWART, T. A. Capital Intelectual, Rio de Janeiro : Campus, 1998.

SVEIBY, K. E. A Nova Riqueza das Organizações: gerenciando e avaliando patrimônios de conhecimento. Rio de Janeiro : Campus, 1998.

TERRA, J. C. C. Gestão do Conhecimento: Aspectos Conceituais e Estudo Exploratório sobre as práticas de Empresas Brasileiras. Tese de doutorado, USP, 1999.

VIEIRA, A. da S. Bases para o Brasil na Sociedade da Informação: Conceitos, Fundamentos e Universo Político da Indústria e Serviços de Conteúdo. IBICT, Documento da Web, URL: www.ibict.br, 1998.



  • GESTÃO DA QUALIDADE

Responsáveis: Professora Dra. Isaura Alberton de Lima

Carga Horária: 45 horas

Ementa:

Globalização e qualidade. Satisfação do cliente. Princípios e conceitos de qualidade. Conceitos básicos da qualidade. Modelo sistêmico da qualidade. Implantação do sistema da qualidade e de seus instrumentos. Série ISO-9000. Sistematização de processos e métodos. Organização do sistema da qualidade. Planejamento estratégico da qualidade. Integração dos sistemas na organização. Ciclo da qualidade: mercado, produto, produção. Recursos humanos para a qualidade. Garantia da qualidade e manual da qualidade. Princípios e conceitos do manual da qualidade. Sistema e auditoria da qualidade. Tópicos, implantação e controle estatístico do processo. Diagrama de Pareto. Causa e efeito. Estratificação. Folha de verificação. Histograma. Diagrama de dispersão. Gráficos de controle. Brainstorming. Aplicações.

Bibliografia:

ALMEIDA, L. G. (LEO GRIECO DE) Qualidade: Introdução a um Processo de Melhoria – Ed. J. Olympio, Rio de Janeiro; pp. 106, 2ª ed, 1988.

ARTER, D. R., 1947 Auditorias da Qualidade para Melhor Desempenho – Ed. Qualitymark, Rio de Janeiro; pp. 133, 1995.

BANKS, J. Principles of Quality Control – Ed. John Wiley & Sons, New York; pp. 634, 1989.

CAMPOS, V. F., (1940) TQC: Controle de Qualidade Total (no Estilo Japonês) – Ed. UFMG, Belo Horizonte; pp. 229, 5ª ed, 1992.

CERQUEIRA NETO, E. P. DE Paradigmas da Qualidade – Imagem, Rio de Janeiro; pp. 153, 1992.

GIL, A. DE L. Qualidade Total nas Organizações: Indicadores de Qualidade, Gestão Econô-mica de Qualidade, Sistemas Especialistas de Qualidade – Atlas, São Paulo; pp. 110, 1992.

HARRINGTON, H. J. Gerenciamento Total da Melhoria Contínua – Ed. Makron Books, São Paulo; pp. 494, 1ªed, 1997.

JURAN, J. M. (EDITOR CHEFE) & GRYNA, FRANK M. (CO-EDITOR) Controle da Qualidade (V.1 a 9) – McGraw-Hill, São Paulo, 1991.

JURAN, J. M. (JOSEPH M.), 1904 Juran Planejando para a Qualidade – Pioneira, São Paulo; pp. 394, 2ªed, 1992.

PALADINI, E. P., 1954 Controle de Qualidade: uma Abordagem Abrangente –Atlas, São Paulo; pp. 239, 1990.

PARANTHAMAN, D. Controle da Qualidade – Ed. McGraw-Hill, São Paulo; pp. 356, 1990.

PRAZERES, P. M. Dicionário de Termos da Qualidade – Atlas, São Paulo; pp. 456, 1996.

REBELO, A. R. C. Auditorias da Qualidade – Ed. Qualitymark, Rio de Janeiro; pp. 182,1995.

TEBOUL, J., 1940 Gerenciando a Dinâmica da Qualidade – Ed. Qualitymark, Rio de Janeiro; pp. 292,1995.


  • FERRAMENTAS DE GESTÃO DA TECNOLOGIA

Responsável: Professor Dr. Antonio Carlos de Francisco

Carga horária: 45 horas

Ementa:

Noções de prospectiva tecnológica. Árvores tecnológicas. Análise de patentes. Auditoria tecnológica em processos industriais. Gestão de portfólio de projetos industriais. Avaliação de projetos industriais. Propriedade Intelectual em processos industriais. Gestão de interfaces, indicadores (key performance indicators).

Bibliografia:

BARCELÓ ROCA, M. Innovación tecnológica em la indústria: Barcelona: Beta Editorial, 1994.

BETZ, F. Strategic Technology Management. New York : McGraw Hill, 1992. Fundación COTEC. A Guideo Technoogy Management and Innovation for Companies - TEMAGUIDE, Valencia, España, 1999, www.cotec.es

GOMES, E.; BRAGA, F. Inteligência competitiva: como transformar informação em um negócio lucrativo. 2a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

GHOSHAL, S.; TANURE, B. Estratégia e gestão empresarial: construindo empresas brasileiras de sucesso. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

KRUGLIANSKAS, I. Tornando a pequena e média empresa competitiva: como inovar e sobreviver em mercados globalizados. São Paulo: IE, 1996.

MARCOVITCH, J. (coord.). Administração em Ciência e Tecnologia. São Paulo: Edgard Blücher, 1983.

PRESCOTT J. E.; MILLER, S. H. Inteligência competitiva na prática: técnicas e práticas bem sucedidas para conquistar mercados. Rio de Janeiro: Campus, 2002.

QUINN, R. E. [ET AL.] Competências gerenciais: princípios e aplicações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

SOUZA, D. L. O. de. Ferramentas de GT: um diagnóstico de utilização nas PMEs Industriais da Região de Curitiba. PPGTE (Dissertação de Mestrado), 2003.


VASCONCELLOS, E. (coord.). Gerenciamento da Tecnologia: um instrumento para a competitividade empresarial. São Paulo: Edgard Blücher, 1992.

  • METODOLOGIA DA PESQUISA

Responsável: Professor Dr. Luiz Alberto Pilatti

Carga horária: 45 horas
Ementa:

Natureza do conhecimento do método científico: diferentes modos de conhecer; verdade e certeza; natureza da ciência e do espírito científico; método científico e legitimidade da indução. Memento pedagógico: Procedimentos básicos; pesquisa bibliográfica, projeto e relatório; publicações e trabalhos científicos.

Bibliografia:

ALBERTI, V. História Oral: a experiência do CPDOC. Rio de Janeiro: FGV, 1990.

ALVES, R. Entre a ciência e a sapiência. São Paulo: Loyola, 1999.

BERMAN, M. Tudo o que é sólido desmancha no ar: a aventura da modernidade. São Paulo: Cia. das Letras, 1990.

CAPRA, F. A teia da vida. São Paulo: Cultrix, 1996.

EZPETA, J.; ROCKWELL, E.Pesquisa participante. São Paulo: Cortez, 1989.

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M.Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1992.

RUIZ, J. A. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1996.

SALOMON, D. V. Como se fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 1993.

SEVERINO, A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 1986.

THIOLENT, M.Crítica metodológica, investigação social e enquete operária. São Paulo: Polis, 1991.

  • GESTÃO AMBIENTAL

Responsáveis: Professores Doutores Carlos Cezar Stadler e Ivanir Luiz de Oliveira

Carga Horária: 45 horas
Ementa:

Aspectos da gestão ambiental. Gerenciamento e sustentabilidade ambiental. Princípios e conceitos para o desenvolvimento sustentado. Aspectos da economia clássica e ambiental. Impactos ambientais. Implantação de sistema de gestão ambiental e seus instrumentos. Série ISO-14000. Indicadores ambientais. Aspectos do ciclo de vida de produto com vista à sustentabilidade. Gerenciamento de resíduos.

Bibliografia:

Almeida, L. G. (Leo Grieco De) Qualidade: Introdução a um Processo de Melhoria – Ed. J. Olympio, Rio de Janeiro; pp. 106, 2ª ed, 1988.

Arter, D. R., 1947 Auditorias da Qualidade para Melhor Desempenho – Ed. Qualitymark, Rio de Janeiro; pp. 133,1995.

Banks, J. Principles of Quality Control – Ed. John Wiley & Sons, New York; pp. 634, 1989.

Campos, V. F., (1940) TQC: Controle de Qualidade Total (no Estilo Japonês) – Ed. UFMG, Belo Horizonte; pp. 229, 5ª ed, 1992.

Cerqueira Neto, E. P. De – 1992 – Paradigmas da Qualidade – Ed. Imagem, Rio de Janeiro; pp. 153, 1992.

Gil, A. de L. Qualidade Total nas Organizações: Indicadores de Qualidade,Gestão Econômica de Qualidade, Sistemas Especialistas de Qualidade – Atlas, São Paulo; pp. 110, 1992.

Harrington, H. J. Gerenciamento Total da Melhoria Contínua – Makron Books, São Paulo; pp. 494, 1ªed, 1997.

Juran, J. M. (editor chefe) & Gryna, Frank M. (co-editor) Controle da Qualidade (V.1 a 9) – Ed. McGraw-Hill, São Paulo, 1991.

Juran, J. M. (Joseph M.), 1904 Juran Planejando para a Qualidade – Pioneira, São Paulo; pp. 394, 2ªed, 1992.

Paladini, E. P., 1954 Controle de Qualidade: uma abordagem abrangente – Atlas, São Paulo; pp. 239, 1990.

Paranthaman, D. Controle da Qualidade – McGraw-Hill, São Paulo; pp. 356, 1990.

Prazeres, P. M. Dicionário de Termos da Qualidade – Atlas, São Paulo; pp. 456, 1996.

Rebelo, A. R. C. Auditorias da Qualidade – Ed. Qualitymark, Rio de Janeiro; pp. 182, 1995.

Teboul, J., 1940 Gerenciando a Dinâmica da Qualidade – Qualitymark, Rio de Janeiro; pp. 292, 1995.

CUNHA, S. B. - Avaliação e perícia ambiental. 2. ed. Rio de Janeiro.

LA ROVERE, E. L. Manual de auditoria ambiental . 2. ed. Rio de Janeiro.

ANDRADE, R. O. B. Gestão ambiental: enfoque estratégico, aplicado ao desenvolvimento sustentável . Edição de 2000. São Paulo

CAJAZEIRA, J. E. R. ISO 14001: manual de implantação. Edição de 1998. Rio de Janeiro.

DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa .2. ed.São Paulo

VITERBO JUNIOR, Ê. Sistema integrado de gestão ambiental . Edição de 1998. São Paulo

AGUIAR, S. Integração das ferramentas da qualidade ao PDCA e ao programa seis sigma . v.1 - Edição de 2000. Belo Horizonte.

AKAO, Y. Introdução ao desdobramento da qualidade.vol. 1 - edição de 1996- Belo Horizonte

CARVALHO, T. C. Análise geral do SGQ: sistema ISO 14000 (SGA ou SGQA) e sistema ISO 18000 (SGL ou SGQL) complementando o sistema ISO 9000 (SGQ e SGP ou SGQP). Belo Horizonte.

MONTIBELLER-FILHO, G. O Mito do desenvolvimento sustentável. UFSC, Florianópolis, 2001.

QUADRO DE DOCENTES



Nome da disciplina


C. H.

Docente Responsável

Titulação

Instituição

Metodologia da Pesquisa


45

Luiz Alberto Pilatti

Doutor

CEFET-PR

Tecnologia da Informação

45

Luciano Scandelari

Doutor

CEFET-PR

Técnicas de Gestão Industrial

45

João Luiz Kovaleski

Doutor

CEFET-PR

Gestão do Conhecimento

45

Hélio Gomes de Carvalho

Doutor

CEFET-PR

Ferramentas de Gestão da Tecnologia

45

Antonio Carlos de Francisco

Doutor

CEFET-PR

Gestão da Inovação

45

Dálcio Roberto dos Reis

Doutor

CEFET-PR

Gestão da Qualidade

45

Isaura Alberton de Lima

Doutor

CEFET-PR

Gestão Ambiental

45

Ivanir Luiz de Oliveira

Carlos Cezar Stadler

Doutor

Doutor

CEFET-PR

CEFET-PR




CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO


Os critérios de avaliação do rendimento escolar nas disciplinas do curso e das monografias são os que constam no regulamento dos cursos de pós-graduação lato-sensu do CEFET-PR, no capitulo da organização didática.


CERTIFICADOS DE CONCLUSÃO


Ao aluno que cumprir com todos os requisitos do curso e for aprovado em todas as disciplinas com freqüência mínima de 75% e nota mínima de 7,0 (sete) em uma escala de zero a dez e, receber nota mínima 7,0 (sete) em uma escala de zero a dez em sua monografia, será conferido o Certificado de Especialista em Gestão Industrial: Conhecimento e Inovação, conforme artigo 26o do Regulamento dos Cursos de Especialização e Aperfeiçoamento aprovado pela Deliberação 05/2002 – CODIR e Resolução 01/2001 do CNE/CES.


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