Coordenação de Pós-Graduação em Informática




НазваниеCoordenação de Pós-Graduação em Informática
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Дата17.02.2013
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Universidade Federal de Campina Grande


Centro de Ciência e Tecnologia


Coordenação de Pós-Graduação em Informática


Dissertação de Mestrado


XPU – Um Modelo Para o Desenvolvimento de Sistemas Centrado no Usuário


Cesar Rocha Vasconcelos


Francilene Procópio Garcia

Maria de Fátima Queiroz Vieira Turnell

(Orientadoras)


Campina Grande

Fevereiro – 2004

Universidade Federal de Campina Grande


Centro de Ciência e Tecnologia


Coordenação de Pós-Graduação em Informática


XPU – Um Modelo Para o Desenvolvimento de Sistemas Centrado no Usuário


Cesar Rocha Vasconcelos


Dissertação submetida à Coordenação de Pós-Graduação em Informática do Centro de Ciências e Tecnologia da Universidade Federal de Campina Grande como requisito parcial para obtenção do grau de mestre em Informática (MSc).


Profa Francilene Procópio Garcia, DSc.

Profa Maria de Fátima Queiroz Vieira Turnell, PhD.

(Orientadoras)


Área de Concentração: Ciência da Computação

Linha de Pesquisa: Engenharia de Software


Campina Grande – Paraíba

Fevereiro de 2004


inserir página contendo as assinaturas dos membros da banca


Ficha Catalográfica






VASCONCELOS, Cesar Rocha

V331M


XPU – Um Modelo Para o Desenvolvimento de Sistemas Centrado no Usuário.


Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Campina Grande, Centro de Ciências e Tecnologia, Coordenação de Pós-Graduação em Informática, Campina Grande, Paraíba, Fevereiro / 2004.


158 p. Il.


Orientadoras:


- Francilene Procópio Garcia

- Maria de Fátima Queiroz Vieira Turnell


Palavras Chaves:


  1. Interface Homem-Máquina

  2. Engenharia de Software

  3. Processos de Desenvolvimento

  4. eXtreme Programming

  5. Método para Concepção de Interfaces


CDU – 519.683B






Dedico este trabalho a minha família

que tanto amo.


Agradecimentos


A minha orientadora, Francilene, pela oportunidade de contar com toda a sua amizade, experiência, dedicação e paciência em cada passo na construção deste trabalho.

A minha co-orientadora, Fátima, pela confiança em que podíamos realizar um bom trabalho.

De maneira especial aos meus pais, Célia e George, e irmã, Renata, pelo amparo irrestrito em todos os momentos de minha vida. Obrigado por estarem por perto e me fazerem sempre lembrar de que jamais estive sozinho.

Aos meus verdadeiros amigos, pela imensa torcida.

A Aninha e à Coordenação do Curso.

Aos professores do DSC, pelos valorosos conhecimentos compartilhados ao longo de todo o mestrado.


Sumário

Coordenação de Pós-Graduação em Informática iii

XPU – Um Modelo Para o Desenvolvimento de Sistemas Centrado no Usuário iii

Universidade Federal de Campina Grande iii

Centro de Ciência e Tecnologia iii

Coordenação de Pós-Graduação em Informática iii

inserir página contendo as assinaturas dos membros da banca ii

Ficha Catalográfica ii

Agradecimentos iv

Sumário v

Lista de Figuras x

Lista de Gráficos xi

Lista de Quadros xii

Lista de Tabelas xiii

Resumo xv

Abstract xvi

Introdução 17

1Problemática 18

2Objetivos da dissertação 21

2.1Objetivo principal 21

2.2Objetivos específicos 21

3Relevância 22

4Metodologia de trabalho 23

5Organização da dissertação 24

A Usabilidade no Desenvolvimento de Sistemas de Software 26

6Considerações iniciais 26

7Introdução 26

8Engenharia de Software e Usabilidade 28

8.1Visão tradicional da Usabilidade 29

8.2Dicotomia - Engenharia de Software e Interação Homem-Computador 31

9Importância das técnicas de usabilidade 33

9.1O envolvimento do usuário em projetos de software 34

10Cenários de Integração IHC e ES 36

10.1Soluções ad hoc 36

10.2Soluções de caráter genérico 38

11Metodologias para concepção de interface baseadas na tarefa 40

11.1MEDITE (Mad* + EDITor + Ergonomia) 41

11.2Metodologia de Assistência à Concepção e à realização de Interfaces Adaptadas (MACIA) 43

11.3Método para Concepção de Interfaces (MCI) 45

11.3.1Etapas do método MCI 46

11.4Discussão 49

11.4.1Quadro de Resumo 50

12Considerações finais do capítulo 2 51

Metodologias Ágeis de Desenvolvimento 53

13Considerações iniciais 53

14Abordagem tradicional de desenvolvimento de sistemas de software 53

14.1Discussão 54

15Panorama do mercado atual 55

16Metodologias ágeis 56

16.1Ágil versus Tradicional 57

16.2O Movimento Ágil 59

16.3eXtreme Programming (XP) 61

16.3.1Definição 62

16.3.2Histórico 62

16.3.3Valores, princípios e requisitos básicos de XP 63

16.3.4Ciclo de Vida e Fases do Processo 65

16.3.5Limitações do XP 78

16.4Scrum 79

16.5Crystal/Clear 80

16.6Diversidade de processos e organizações 81

17Discussão 81

18Considerações finais do capítulo 3 82

A Metodologia XPU 84

19Considerações iniciais 84

20Introdução 84

21Estrutura do processo XPU 86

22Detalhamento das fases 88

22.1Fase de definição de papéis 88

22.1.1Descrição 88

22.1.2Artefatos a serem produzidos 91

22.1.3Suporte ferramental 91

22.2Fase de conversa com o cliente 91

22.2.1Descricão 91

22.2.2Artefatos a serem produzidos 92

22.2.3Suporte ferramental 92

22.3Fase de inicialização 93

22.3.1Descrição 93

22.3.2Artefatos a serem produzidos 93

22.3.3Suporte ferramental 95

22.4Fase de planejamento de releases 95

22.4.1Definição 95

22.4.2Artefatos a serem produzidos 96

22.4.3Suporte ferramental 98

22.5Fase de planejamento da iteração 98

22.5.1Descrição 98

22.5.2Artefatos a serem produzidos 99

22.5.3Suporte ferramental 100

22.6Fase de implementação 100

22.6.1Suporte Ferramental 102

22.7Verificação dos testes de aceitação e de usabilidade 103

23Considerações finais do capítulo 4 103

Uma Avaliação da Metodologia XPU 105

24Considerações iniciais 105

25Introdução 105

26Objetivos gerais da validação 106

27Aspectos específicos a serem observados na validação 106

28Descrição do cenário de validação 108

28.1Laboratório de Engenharia de Software 108

28.2Público-alvo envolvido na validação 109

28.3Abordagem utilizada na coleta de informações 110

29Análise dos resultados 111

29.1Análise sobre a compreensão da equipe de desenvolvimento 111

29.2Análise sobre a compreensão do cliente 119

30Considerações finais do capítulo 5 122

Conclusões 123

31Contribuições 124

32Restrições 126

33Trabalhos futuros 127

34Considerações finais 128

Referências Bibliográficas e Bibliografia 130

Referências Impressas 130

Referências Eletrônicas 138

O Documento de Visão 143

A.1Exemplo de um documento de visão 143

Os Objetivos de Usabilidade 147

B.1Definição 147

B.2Por quê? 147

B.3Exemplos de objetivos de usabilidade 148

B.4Exemplo do artefato (em um projeto fictício) 148

Levantamento do Perfil do Usuário 150

C.1Conceitos 150

C.2Características consideradas no documento de perfil do usuário 151

C.3Exemplo de um Levantamento de Perfil de Usuário 152

C.4Questionário para levantamento do perfil do usuário 152

Análise e Modelagem da Tarefa 154

D.1Definição 154

D.2Resultado da Análise da Tarefa 155

D.3Exemplo de um artefato 155

D.4Ferramenta 157

A Modelagem da Interação 158

E.1Levantamento dos objetos e das ações 158

E.2Concepção das metáforas dos manipuladores para execução das ações 159

Questionários de Avaliação 161

F.1O modelo de questionário aplicado na equipe de desenvolvimento 161

F.2O modelo de questionário aplicado no cliente do projeto 164



Lista de Figuras



Figura 1: Dicotomia Engenharia de Software e Interação Homem-Computador [SEF 02]. 32

Figura 2: Metodologia MEDITE [GUE 02]. 42

Figura 3: Metodologia MACIA [FUR 99]. 45

Figura 4: Metodologia MCI [SCH 03]. 48

Figura 5: Ciclo de vida simplificado de XP [WEL 02]. 66

Figura 6: Estrutura do processo XPU. 87

Figura 7: Exemplo de um artefato Modelo da Tarefa. 97

Figura 8: Exemplo do artefato Modelo da Tarefa. 156



Lista de Gráficos



Gráfico 1: Esforço na Execução das Atividades de Usabilidade. 114

Gráfico 2: Gráfico da Complexidade na Execução das Atividades de Usabilidade. 115

Gráfico 3: Gráfico da Análise da Equipe sobre as Alterações no Protótipo. 117


Lista de Quadros



Quadro 1: Resumo das metodologias MEDITE, MCI e MACIA. 50

Quadro 2: Exemplo de uma análise do perfil de usuário [TUR 02]. 152



Lista de Tabelas



Tabela 1: Fatores que influenciam diretamente o sucesso de um projeto de software [JOH 01]. 35

Tabela 2: Fases gerais do processo XP e suas atividades [OSH 03]. 67

Tabela 3: Exemplo de um Plano de Releases. 97

Tabela 4: Tabela de alocação de tarefas [EAS 03]. 99

Tabela 5: Tabela Demonstrativa da Assiduidade da Equipe no Projeto. 112

Tabela 6: Tabela Demonstrativa de Assiduidade do Cliente na Visão da Equipe. 112

Tabela 7: Tabela da Eficiência da Metodologia XPU. 113

Tabela 8: Tabela da Indicação de Esforços nos Artefatos de Usabilidade. 113

Tabela 9: Tabela da Complexidade na Execução das Atividades de Usabilidade. 114

Tabela 10: Tabela de Perfil do Usuário e Levantamento das Necessidades do Cliente versus Documento de Visão. 116

Tabela 11: Tabela da Análise da Equipe Sobre Modificações no Protótipo. 116

Tabela 12: Tabela da Aceitação da Ferramenta Euterpe no Processo. 117

Tabela 13: Tabela da Modelagem da Tarefa versus Requisitos Funcionais. 118

Tabela 14: Tabela da Modelagem da Tarefa versus Contrato de Classes. 119

Tabela 15: Tabela da Assiduidade do Cliente no Projeto. 120

Tabela 16: Tabela de Assiduidade da Equipe na Visão do Cliente. 120

Tabela 17: Tabela de Objetivos de Usabilidade. 148

Tabela 18: Exemplo de uma Tabela de Ações e Objetos do Modelo da Tarefa. 159

Tabela 19: Associação dos Objetos e Ações do Modelo da Tarefa a Objetos e Ações da Interface. 160



Resumo


Este trabalho apresenta a proposta de um modelo para o desenvolvimento de sistemas de software centrado no usuário, denominado XPU. Trata-se de uma conduta de desenvolvimento leve, iterativa e incremental que integra não somente alguns dos princípios e valores fundamentais da Engenharia de Software, mas algumas das melhores práticas do universo da Interação Homem-Computador. Em XPU, práticas de usabilidade são evidenciadas como uma característica fundamental na geração de produtos com qualidade. XPU é composto de fases que podem ser facilmente entendidas e aplicadas em um ambiente de projeto. Evidencia-se a figura do usuário final como um parceiro ativo em todo o ciclo de desenvolvimento do produto. Os métodos utilizados e adaptados na geração do processo XPU foram o eXtreme Programming (XP) e o Método para Concepção de Interfaces (MCI).


Abstract


This work presents the proposal of a model for the user-centered software development, named XPU. This methodology represents a lightweight process that integrates not only some of the principles and fundamental values of the Software Engineering, but some of the best practices of Human-Computer Interaction universe. In XPU, the usability is evidenced as a fundamental characteristic in the quality of its software products generated. XPU is composed of phases that can be easily understood and applied in a real project. The final user is considered an active partner throughout the software development cycle. Two methods have been adapted in this approach: eXtreme Programming (XP) and Interfaces Concept Method (MCI).





Introdução

Ao longo dos anos, a informática tem se mostrado uma área de impacto significativo para a sociedade moderna. Tecnologias da informação e comunicação (TIC’s) são necessárias em todas as áreas de conhecimento. A evolução das TIC’s, assim como a popularização dos computadores, têm levado um número crescente de pessoas (usuários1) a interagir com produtos e sistemas informatizados nas diversas áreas da atividade humana. Vive-se numa época em que o computador é utilizado como ferramenta de trabalho, meio de comunicação, educação, entretenimento, comércio, etc.

Um sistema de software, para um usuário qualquer, é uma ferramenta que tem como objetivo auxiliá-lo na execução de uma determinada tarefa. Porém, o uso dessa ferramenta exige dele conhecimentos e habilidades não apenas acerca do domínio da tarefa, mas também da utilização do próprio sistema.

Aprender a usar o sistema adequadamente torna-se, portanto, uma tarefa adicional para o usuário e deve, então, ser facilitada. Facilitar o uso poderá exigir um esforço do usuário ou do sistema. Se o esforço exigido se concentrar sobre o usuário, com demandas que ultrapassem sua capacidade ou motivação, poderá ocorrer uma degradação no desempenho da atividade ou mesmo levar o usuário a abandoná-la. Portanto, o esforço do usuário deve ser minimizado, desviando-o para a "imagem" da aplicação. O sistema, então, deve se comunicar com o usuário (interface para o usuário) levando em conta suas capacidades, habilidades e ainda seus objetivos [GUE 02].

Atualmente, uma das tendências mais marcantes do mercado produtor de software é a ênfase na interface do usuário. Se, no passado, era perfeitamente razoável sacrificar a facilidade de uso em favor da “eficiência” (estrutura interna) dos programas, hoje em dia, alguns desenvolvedores entendem que devem dedicar parte do seu tempo e recursos computacionais (por exemplo, tempo de CPU, memória, comunicação) visando obter uma melhor interação do usuário final com a aplicação. É neste sentido que vem se exigindo cada vez mais dos desenvolvedores desses produtos de software uma maior preocupação com a eficiência e qualidade da interface.

Essa mudança visível de paradigma tem, naturalmente, reflexos na área de projeto de sistemas. Torna-se necessário incluir, tão cedo quanto possível, considerações de usabilidade no ciclo de desenvolvimento do produto de software.
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